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terça-feira, 9 de outubro de 2012

AFONSO CRUZ GALARDOADO


O escritor Afonso Cruz foi galardoado com o Prémio da União Europeia para a Literatura. Este prémio consiste na nomeação de um embaixador para a literatura e na eleição de um jovem talento de cada um dos países participantes.

O seu romance A Boneca de Kokoschka, publicado pela Quetzal em 2010, foi escolhido entre centenas de obras dos mais promissores talentos europeus na área da literatura. Este romance centra-se na história do pintor Oskar Kokoschka que, quando terminou a relação com Alma Mahler, mandou construir uma boneca, de tamanho real, com todos os pormenores da sua amada.


Os livros que devoraram o meu pai, de Afonso Cruz, é o livro do mês deste blogue.

Ver, aqui, o nome dos outros vencedores.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

AFONSO CRUZ

Afonso Cruz, escritor e ilustrador (e não só!), fala do seu livro Jesus Cristo bebia cerveja.


Na BE, podem-se encontrar alguns dos seus livros. Consultar o catálogo.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

A CONTRADIÇÃO HUMANA




O livro A Contradição Humana, de Afonso Cruz, publicado pela Caminho em 2010, foi selecionado para a lista de honra do IBBY (International Board on Books for Young People) que homenageia escritores, ilustradores e tradutores dos países membros. Os títulos nomeados são selecionados pelas secções nacionais.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

PRÉMIO SPA



O prémio da Sociedade Portuguesa de Autores 2011, para a categoria Literatura Infantil, coube a Afonso Cruz com o seu livro A contradição humana.

O início:
"Percebi, certo dia, que o espelho do meu quarto é uma grande contradição: o meu lado esquerdo, quando reflectido, torna-se direito - e o direito, esquerdo - mas a parte de cima não se torna parte de baixo."

terça-feira, 10 de agosto de 2010

BIBLIOTECA: O MELHOR SÍTIO PARA NOS PERDERMOS

"Li, numa das minhas tardes passadas no sótão, um conto de um escritor argentino chamado Borges, sobre um labirinto que é um deserto. Há inúmeros lugares onde um ser humano se pode perder, mas não há nenhum tão complexo como uma biblioteca. Mesmo um livro solitário é um local capaz de nos fazer errar, capaz de nos fazer perder. Era nisto que eu pensava enquanto me sentava no sótão entre tantos livros."

No sótão onde se encontra a biblioteca que o pai lhe deixou, antes de desaparecer num livro, Elias Bonfim devora um livro atrás do outro, na tentativa de encontrar o pai. Nas prateleiras estão estampados estes nomes:


  • Que livros escreveram estes escritores?
  • Quantos escritores portugueses se encontram no sótão de Elias Bonfim?

DESAFIO:
Lê o livro, tenta acertar as respostas e entrega-as na BE.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

LIVROS QUE GERAM LIVROS

É normal que um leitor compulsivo se torne escritor e, assim, os livros lidos passam a ser personagens de novos livros. É o que acontece, por exemplo, nestes três livros que se lêem num fôlego: Os livros que devoraram o meu pai, Firmin, A casa de papel.
O primeiro, de Afonso Cruz, tem como espinha dorsal o livo Crime e castigo, de Dostoievski. Elias Bonfim vai à procura do seu pai, perdido na leitura e desaparecido deste mundo, percorrendo clássicos da literatura cheios de assassinos, paixões devastadoras, feras e outros perigos feitos de letras.
Pode-se ler uma entrevista ao autor, aqui.
Firmin, o primeiro livro de Sam Savage, é uma fábula, tocante e divertida, sobre o poder da literatura e da influência dos grandes escritores. Firmin, um rato nascido numa ninhada de treze e preterido pelos irmãos, conta a sua história e o modo como se tornou um grande leitor. Começa assim: "Sempre imaginei que a história da minha vida, se e quando a escrevesse, teria uma primeira frase grandiosa: uma coisa lírica como "Lolita, luz da minha vida, fogo da minha virilidade", de Nabokov; ou, caso eu não tivesse queda para o lírico, então uma coisa epopeica como "Todas as famílias felizes são iguais, mas as famílias infelizes são-no cada uma à sua maneira", de Tolstoi. São palavras que as pessoas não esquecem, mesmo que não se lembrem do resto dos livros."
Os livros de Afonso Cruz e de Sam Savage têm o mesmo fio condutor: os ensinamentos de Chuang Tzu.
A Casa de papel, de Carlos María Domínguez, é "um romance excepcional sobre o amor desmesurado pelas bibliotecas e pela literatura ." Logo no segundo parágrafo lê-se: " Os livros mudam o destino das pessoas. Uns leram O Tigre da Malásia e converteram-se em professores de literatura em remotas universidades. Siddharta levou ao hinduísmo dezenas de milhares de jovens, Hemingway converteu-os em desportistas, Dumas transtornou a vida de milhares de mulheres e não poucas foram salvas do suicídio por manuais de cozinha.”

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