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sábado, 23 de fevereiro de 2013

PEDIDOS DE DESCULPA - 6ºC

Depois de ouvirem o conto O primeiro passo, os alunos foram desafiados a escrever o que fariam ou o que escreveriam de original e criativo se tivessem de pedir desculpa a alguém com quem estivessem zangados. 


Algumas respostas do 6ºC:

Afogaria no mar toda a nossa zanga.
Renata 

Iria ao espaço e traria uma estrela para provar que me arrependi de tudo o que te fiz.
Catarina 

Iria às nuvens e com elas escreveria a palavra desculpa.
Pedro 

Faria passar um avião com um pedido de desculpa.
Sílvia 

Faria um corte de cabelo a dizer DESCULPA.
Luís 

Iria ter com essa pessoa e pedir-lhe-ia desculpa a sussurrar.
Joana S.

PEDIDOS DE DESCULPA - 6ºD

Depois de ouvirem o conto O primeiro passo, os alunos foram desafiados a escrever o que fariam ou o que escreveriam de original e criativo se tivessem de pedir desculpa a alguém com quem estivessem zangados.


Algumas respostas do 6ºD:

Iria ao espaço e gravaria o teu nome na lua.
Daniel Sacramento 

Enviaria 10000 cartas e 10000 flores. Ou mais, até ser desculpada.
Ana Cláudia 

 Eu me venderia…
Eu perderia tudo…
Eu morreria…
Se tu não me desculpasses!
Tiago Oliveira 

Faria uma estátua igual a ti para te pedir desculpa e colocá-la-ia frente a tua casa.
Alexandre 

Iria a um jardim e, com um corta-relva, escreveria o teu nome na relva.
Joana Moutinho 

Escreveria no céu o teu nome e um pedido de desculpa. Através de uma SMS, mandar-te-ia olhar para o céu.
Catarina 

Escreveria o teu nome na areia com um pedido de desculpa.
Diana A. 

Na tua rua, frente a tua casa, desenharia um grande coração e escreveria: “Amo-te muito, és a chave do meu coração.”
Tânia Santos

PEDIDOS DE DESCULPA - 5ºA E 5ºB

Depois de ouvirem o conto O primeiro passo, os alunos foram desafiados a escrever o que fariam ou o que escreveriam de original e criativo se tivessem de pedir desculpa a alguém com quem estivessem zangados. Algumas respostas do 5ºA:

Voltaria com o tempo atrás, pedir-te-ia perdão com o meu coração na tua mão.

Beatriz 

Voltaria com o tempo atrás e apagaria as palavras mais feias.

Rafaela 

Pedir-te-ia desculpa de joelhos e entregar-te-ia o meu coração.

Tiago Resende 

Enviaria uma pomba-correio com uma carta a pedir desculpa.

Ivo 

Iria à Rádio e à TV e diria a todo o mundo quanto eu gosto de ti.

Bruno Almeida


Diria: Volta para mim porque sou um peixe fora da água.

Helder 

Algumas respostas do 5ºB:

Escreveria num árvore, em cada folha, "Desculpa, não deveria ter-te ferido!". Utilizaria a força dos ventos para que a mensagem chegasse a ti.
Paulo Pereira

Utilizaria a televisão por cabo para passar em todo o mundo os meus pedidos de desculpa.
Helder

Faria uma avioneta passar na praia com uma frase. "Amo-te! Desculpa:"
Thomas

PEDIDOS DE DESCULPAS - 6ºA

Depois de ouvirem o conto O primeiro passo, na BE, os alunos foram desafiados a escrever o que fariam ou o que escreveriam de original e criativo se tivessem de pedir desculpa a alguém com quem estivessem zangados.
Algumas respostas do 6ºA:

Onde antes via alegria
Agora vejo tristeza
Onde antes via clareza
Agora vejo escuridão.

A minha vida tinha cor
Agora está incolor.
Tudo mudou…
Porquê? 

Quando me perguntava
A resposta surgiu subitamente
Eu estava errada
Agi incorretamente.

Para agora corrigir
A ti me vou dirigir
Mil desculpas
Te irei pedir.
Desculpas?!!!…

Renata Magalhães

Onde havia
sol e calor
passou a haver
chuva e frio.

Errei. Agi
da pior forma.
Sofri, sofro e sofrerei
enquanto não voltares para mim.

Penso, penso, penso
e não consigo saber
porque te fiz sofrer.

Errei. Desculpa-me.
Desculpas?

Beatriz Ferreira




Estou envergonhado
com as palavras que proferi.
Trago-te esta caixa cheiinha de mim
profundamente arrependido do que te fiz.

 Marcelo Sousa

Irei, irei até ao fim
Até não poder mais
Pedirei desculpa, enfim!
Voarei como os pardais.
Desculpa!!!

 João Pedro Amorim

Eu já te perdi,
eu já te encontrei,
Preciso de ti,
eu sei que errei…

Leonardo Filipe

Quando cheguei a casa
percebi que agi mal.
Arrependido estou por isso
e queria pedir-te desculpa.
Estou apaixonado por ti
e também gosto muito do teu nome, Mimi.

Miguel

Desculpa por tudo o que te fiz.
Desculpa pelos nomes que te chamei.
Lamento muito o que aconteceu.
Lamento muito se te magoei.
Desculpa se te fiz sofrer.
Lamento se ficaste triste comigo.
Quero construir outra vez a amizade.

Carla Soares

PEDIDOS DE DESCULPAS - 5ºD

Depois de ouvirem o conto O primeiro passo, os alunos foram desafiados a escrever o que fariam ou o que escreveriam de original e criativo se tivessem de pedir desculpa a alguém com quem estivessem zangados.
Algumas respostas do 5ºD:

Quero pedir-te desculpa
Pelo teu sofrimento
Quero mudar as palavras
Do nosso desentendimento.

 Catarina Neves

O sol pode congelar
O mar pode arder
Mas o meu amor por ti
Nunca poderá morrer.

Leonardo Rodrigues

Vou dar-te todo o meu amor o meu carinho
e uma flor de namoradinho.

Fábio Assis

Peço-te desculpa
Por aquilo que fiz
Espero que me perdoes
Porque me sinto infeliz.

 Tatiana Silva

Mandar-te-ia um veleiro
cheio de amor,como mensageiro.

 Luís Príncipe

Iria ter contigo
a correr e a saltar.
Teria saudades
de te ouvir falar.

Levar-te-ia um grande coração
para lá cair o teu perdão.

 Neuza

domingo, 10 de fevereiro de 2013

CONCURSO DE TEXTOS SOBRE O AMOR


Com o apoio do PNL, abriu a 13ª edição do Concurso de Textos de Amor Manuel António Pina, iniciativa do Museu Nacional da Imprensa enquadrada na comemoração do Dia dos Namorados e destinada aos apaixonados de todas as idades O concurso destina-se a todos os jovens dos ensinos básico e secundário das redes pública e privada, assim como a adultos que pretendam participar com textos de amor originais, em prosa ou verso. Os textos concorrentes deverão ser registados num impresso próprio, disponível no sítio oficial do MNI (www.museudaimprensa.pt), entre 11 e 17 de fevereiro de 2013.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

AMOR DE PERDIÇÃO




















O romance de Camilo Castelo Branco, Amor de perdição, foi publicado em 1862, pelo que está a completar 150 anos. No entanto, o tempo não lhe retirou importância, não o desatualizou, nem o fez cair no esquecimento. São muitas as iniciativas que o país está a desenvolver no sentido de reavivar esta obra do Romantismo português, de a dar a conhecer aos jovens para que possam sentir, através da leitura, um amor profundo mas proibido, o amor que Teresa e Simão sentem um pelo outro.

Foi realizado um filme sobre esta obra, em 1979, pelo realizador Manoel de Oliveira.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

LENDA DE AMOR

As histórias de amor são tão bonitas!!!
Para aguçar o apetite, deixamos aqui o início de uma lenda de amor, intitulada "Lenda das rosas de Rosais", que explica o nome de uma pequane vila da ilha de S. Jorge, nos Açores. Se gostaste deste início e queres saber como terminou este amor tão grande, corre à estante da BE onde se encontra o livro Lendas de Portugal: lendas de amor, de Gentil Marques, Âncora Editora (CDU: 821.134.3-34).



quarta-feira, 10 de junho de 2009

10 DE JUNHO - DIA DE CAMÕES


Com a "Carta de amor a Luís de Camões", incluída neste livro que contém três histórias de amor, Sofia Ester ganhou um prémio (4º Concurso Nacional de Jornalismo Juvenil). O livro foi levado para uma aula de Língua Portuguesa, do 9ºA, e a carta foi lida aos alunos que iam começar a estudar Camões e Os Lusíadas.
Desafiados a, também eles, escreverem uma carta a Luís de Camões, como forma de mostrarem os seus conhecimentos após a pesquisa, assim o fizeram e boas cartas foram escritas.
Em homenagem ao nosso grande poeta, aqui fica a carta que a Sandra Santos escreveu, em nome de Luís de Camões, como resposta à Leonor Santos, a personagem de Sofia Ester.

Paraíso, 23 de Janeiro de 2009
Querida Leonor:
Sei que escreveste esta carta em vão, não esperando resposta, mas os Mensageiros do Paraíso encontraram-na a vaguear pelo mar e entregaram-ma. Como é gratificante saber, depois de tantos anos, que há alguém a pensar em mim e a reconhecer o meu trabalho. O medo de perder a minha valiosa Epopeia, naquele mar ingrato, e que ninguém a pudesse ler, foi horrível. Pois, afinal, foi através dela que tive sucesso e vejo, como dizes na tua carta, que nos teus dias todos conhecem a minha obra ou pelo menos já ouviram falar nela. Poder dar a conhecer o meu trabalho, a História de Portugal, é simplesmente honroso.
És uma menina muito inteligente e culta que demonstra conhecimento de todas as minhas viagens, de toda a minha vida. Na tua carta, falas na minha viagem à Índia, à Europa e à minha passagem por Lisboa, Cascais e até Coimbra. Sim, foi em Coimbra que eu estudei e aprendi muitas coisas e tive a oportunidade de aprofundar a minha cultura. Todas as viagens que fiz enriqueceram-me tanto! Contudo, foi claramente graças aos meus estudos, em Coimbra, que tive a oportunidade de ler maravilhosos livros escritos por maravilhosos escritores, nomeadamente Virgílio, Homero, Horácio e muitos mais, que contribuíram imenso para que eu pudesse escrever Os Lusíadas. Desde pequeno que me habituei a ver estátuas de heróis por vários lados e, pelo que dizes na tua carta, eu próprio me tornei um herói e fizeram uma estátua a honrar-me. Que maravilha!
Tive também a oportunidade de conhecer um grande homem, o Mestre Gil Vicente. Ainda me lembro de assistir a algumas das suas peças de teatro que me marcaram tais como Auto da Índia e Auto da Fama. Duas peças únicas que me encantaram.
Bem, a minha vida não conteve apenas episódios felizes, como sabes. Fui para a guerra e lá perdi o meu olho. E, desgraça atrás de desgraça, cometi uma loucura e fui preso. Tive a sorte de o senhor a quem atingi com a minha espada me desculpar e, saído da cadeia, parti para a Índia.
Conheci o Adamastor, em quem me revejo, uma criatura fantástica que trouxe muitos pesadelos a imensos marinheiros. Ao passar por África, comecei a estruturar a minha epopeia e, chegado à Índia, comecei a escrever a dedicatória ao rei D. Sebastião. Concluí a minha obra e fui para Lisboa com um único propósito: publicar os Lusíadas. Em 1572, o sonho concretizou-se. Os Lusíadas foram publicados.
E isto foi a minha vida, querida Leonor. Agradeço o amor que tens por mim, por tudo o que fui e sou. Ficarei à tua espera, aqui no Paraíso.
Com eterna amizade,
Luís de Camões

sábado, 14 de fevereiro de 2009

CARTAS DE AMOR





E voltamos a Fernando Pessoa.
Não é uma carta mas um poema sobre cartas de amor. Afinal, quem ainda não escreveu uma?

Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.

Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.

As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.

Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.

Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.

A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.

(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas.)

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

CARTAS DE AMOR - 4ª CARTA

A quarta carta é de um autor do mundo da música: Wolfgang Amadeus Mozart, para a sua mulher Constanze.




Querida mulherzinha:


Tenho vários pedidos a fazer. Peço-te que: não estejas triste; olhes pela saúde e tenhas cuidado com as aragens primaveris; não saias sozinha - de preferência não saias de todo; tenhas
a certeza absoluta do meu amor. Até agora não te escrevi uma única carta sem ter diante de mim o teu querido retrato; peço-te para que a tua conduta seja cautelosa, não só para a tua honra e a minha, mas pelas aparências. Não te zangues por te pedir isto. Devias amar-me ainda mais por dar valor à tua honra, e, por último, peço-te que me envies mais pormenores nas tuas cartas. Gostaria muito de saber se o nosso cunhado Hofer nos visitou no dia da minha partida? Se os Langes aparecem de vez em quando? Se o retrato está adiantado? Que coisas tens feito? Tenho uma curiosidade natural por todas estas coisas.


in, Notícias magazine de 8 de fevereiro de 2009, pág.11/12

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

CARTAS DE AMOR - 3ª CARTA



Desta vez, a escolha recaiu sobre Eça de Queirós, através da sua personagem Fradique Mendes que escreveu cartas de amor a uma mulher chamada Clara.

Paris, Novembro
Meu amor:
Ainda há poucos instantes (dez instantes, dez minutos que tanto gastei num fiacre desolador desde a nossa Torre de Marfim) eu sentia o rumor do teu coração junto do meu, sem que nada os separasse senão uma pouca de argila mortal, em ti tão bela, em mim tão rude - e já estou tentando recontinuar ansiosamente, por meio deste papel inerte, esse inefável estar contigo que é hoje todo o fim da minha vida, a minha suprema e única vida. É que, longe da tua presença, cesso de viver, as coisas para mim cessam de ser - e fico como um morto jazendo no meio de um mundo morto. Apenas pois, me finda esse perfeito e curto momento de vida que me dás, só com pousar junto de mim e murmurar o meu nome - recomeço a aspirar desesperadamente para ti como para uma ressurreição!
Antes de te amar, antes de receber das mãos do meu Deus a minha Eva - que era eu, na verdade? Uma sombra flutuando entre sombras. Mas tu vieste, doce adorada, para me fazer sentir a minha realidade, e me permitir que eu bradasse também triunfalmente o meu - «Amo, logo existo!» E não foi só a minha realidade que me desvendaste - mas ainda a realidade de todo este universo, que me envolvia como um ininteligível e cinzento montão de aparências. Quando há dias, no terraço de Savran, ao anoitecer, te queixavas que eu contemplasse as estrelas estando tão perto dos teus olhos, e espreitasse o adormecer das colinas junto ao calor dos teus ombros - não sabias, nem eu te soube então explicar, que essa contemplação era ainda um modo novo de te adorar, porque realmente estava admirando nas coisas a beleza inesperada que tu sobre elas derramas por uma emanação que te é própria, e que, antes de viver a teu lado, nunca eu lhes percebera, como se não percebe a vermelhidão das rosas ou o verde tenro das relvas antes de nascer o Sol! Foste tu, minha bem-amada, que me alumiaste o mundo. No teu amor recebi a minha iniciação. Agora entendo, agora sei. E, como o antigo iniciado, posso afirmar: "Também fui a Elêusis; pela larga estrada pendurei muita flor que não era verdadeira, diante de muito altar que não era divino; mas a Elêusis cheguei, em Elêusis penetrei - e vi e sentia, verdade!...»

...

A carta continua nas páginas 202 a 206 do livro A correspondência de Fradique Mendes, Edições Livros do Brasil.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

SETE DIAS, SETE CARTAS DE AMOR - 1ª CARTA

Falta uma semana para o dia de S. Valentim. Até lá, vamos publicar cartas de amor de pessoas famosas. Começamos por Fernando Pessoa cujas cartas escritas a Ophélia Queiroz estão publicadas no livro Cartas de amor de Fernando Pessoa, das Edições Ática, 1978.
9.10.1929



Terrível Bébé:
Gosto das suas cartas, que são meiguinhas, e também gosto de si, que é meiguinha tambem. E é bonbom, e é vespa, e é mel, que é das abelhas e não das vespas, e tudo está certo, e o Bébé deve escrever-me sempre, mesmo que eu não escreva, que é sempre, e eu estou triste, e sou maluco, e ninguem gosta de mim, e tambem porque é que havia de gostar, e isso mesmo, e torna tudo ao principio, e parece-me que ainda lhe telephono hoje, e gostava de lhe dar um beijo na bocca, com exactidão e gulodice e comer-lhe a bocca e comer os beijinhos que tivesse lá escondidos e encostar-me ao seu hombro e escorregar para a ternura dos pombinhos, e pedir-lhe desculpa, e a desculpa ser a fingir, e tornar muitas vezes, e ponto final até recomeçar, e por que é que a Ophelinha gosta de um meliante e de um cevado e de um javardo e de um indivíduo com ventas de contador de gaz e expressão geral de não estar alli mas na pia da casa ao lado, e exactamente, e enfim, e vou acabar porque estou doido, e estive sempre, e é de nascença, que é como quem diz desde que nasci, e eu gostava que a Bébé fosse uma boneca minha, e eu fazia como uma creança, despia-a e o papel acaba aqui mesmo, e isto parece impossível ser escrito por um ente humano, mas é escripto por mim.


Fernando
(Página 155)

domingo, 24 de fevereiro de 2008

APROVEITAR O AMOR PARA APRENDER FRANCÊS

Uma vez que ainda estamos no mês em que se comemora o amor, aproveitemos o video que se vai seguir na próxima mensagem para aprender francês com a Disney. Aqui fica a letra da canção cantada por Priscilla.

Toujours pas d'amour (3 fois)

Des saluts, des bonjours
Sourires de velours
Mais toujours pas d'amour
Des fleurs, des discours,
Des appels au secours,
Et toujours pas d'amour
Comme dit mon coeur
De son air moqueur
Rien à l'horizon
Comme dit ma tête
Faisant sa mauvaise tête
Je suis en prison
{Refrain:}
J'ai beau garder les yeux
Grands écarquillés
Je ne vois que
Des saluts, des bonjours
Sourires de velours
Mais toujours pas d'amour
Des fleurs, des discours
Des appels au secours
Et toujours pas d'amour
La foudre est tombée
Et tout a flambé
Juste à côté de moi
Mais l'éclair de feu
Qui rend amoureux
N'était pas pour moi
{Refrain:}
J'ai beau garder les yeux
Grands écarquillés
Je ne vois que
Des regards un peu lourds
Et des mots balourds
Mais toujours pas d'amour
Sourires de vautour
Dis, tu viens faire un tour
Et toujours pas d'amour
Les gens et les jours
Retards et retours
Mais toujours pas d'amour
Des cris, des tambours
À vous rendre sourd
Et toujours pas d'amour
{Refrain:}
J'ai beau garder les yeux
Grands écarquillés
Je ne vois que
Des regards un peu lourds
Et des mots balourds
Mais toujours pas d'amour
Sourires de vautour
Dis, tu viens faire un tour
Et toujours pas d'amour
Les gens et les jours
Retards et retours
Mais toujours pas d'amour
Des cris, des tambours
À vous rendre sourd
Et toujours pas d'amour

Divirtam-se com o francês que, afinal, não é assim tão aborrecido nem tão difícil como se julga!

domingo, 10 de fevereiro de 2008

FRASE DO MÊS (SOBRE O AMOR)





"O amor é cego, e os namorados nunca vêem as tolices que praticam ."

William Shakespeare 23 de Abril de 1564 - 23 de Abril de 1616





Para conheceres mais frases sobre o amor, de ilustres escritores portugueses e estrangeiros, consulta o Clube de Leituras.

Já que o mês de Fevereiro é o mês dos namorados, a propósito do tema, sugiro alguns livros. Que o amor seja pretexto para boas leituras!





E ainda:
  • 3 histórias de amor, Álvaro Magalhães
  • Inês de Castro, Ana Oom
  • O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, Jorge Amado
  • Amor de Perdição, Camilo Castelo Branco
  • Inês de Portugal, João Aguiar
  • Lendas de amor, Gentil Marques
  • Tristão e Isolda (anónimo)
  • Diário da nossa paixão, Nicholas Sparks
  • Poemas de amor, Inês Pedrosa (org.)

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