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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 2011

O poeta sueco Tomas Tranströmer é o Prémio Nobel da Literatura de 2011.




A ÁRVORE E A NUVEM



Uma árvore anda de aqui para ali sob a chuva,
com pressa, ante nós, derramando-se na cinza.
Leva um recado. Da chuva arranca vida
como um melro ante um jardim de fruta.

Quando a chuva cessa, detém-se a árvore.
Vislumbramo-la direita, quieta em noites claras,
à espera, como nós, do instante
em que flocos de neve floresçam no espaço.



(1962)

A CONTRADIÇÃO HUMANA




O livro A Contradição Humana, de Afonso Cruz, publicado pela Caminho em 2010, foi selecionado para a lista de honra do IBBY (International Board on Books for Young People) que homenageia escritores, ilustradores e tradutores dos países membros. Os títulos nomeados são selecionados pelas secções nacionais.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

CENTENÁRIO DE MANUEL DA FONSECA E ALVES REDOL



Manuel da Fonseca (15/10/1911-11/03/1993) e Alves Redol (29/12/1911-29/11/1969) são dois dos mais importantes escritores portugueses, figuras cimeiras do neorrealismo em Portugal, cujas obras foram publicadas essencialmente entre as décadas de 40 e 70.

O Jornal de Letras nº 1066 (10 a 23 de agosto de 2011) traz um extenso artigo dedicado a estes escritores



Na BE, podes encontrar alguns dos seus livros.


Alves Redol
- A vida mágica da sementinha
- Gaibéus
- Constantino, guardador de vacas e de sonhos

Manuel da Fonseca
- Obra poética

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

OS LIVROS MUDAM DE ACORDO COM OS LEITORES


Quem o diz é Alexandra Carita no seu artigo "Assalto à biblioteca juvenil", publicado na revista Única, de 23 de julho passado.
"... nas últimas décadas muito mudou no mundo da literatura infanto-juvenil. Já não são as mesmas histórias que seduzem os jovens de hoje. Atualmente, os universos descritos em cada livro de aventuras distanciam-se da realidade que está ao nosso lado e aproximam-se de reinos de fantasia. Tomam o estatuto do fantástico e levam os pequenos leitores para terras fora da Terra."

sexta-feira, 10 de junho de 2011

DIA DE PORTUGAL E DE CAMÕES

"Ler Camões é mergulhar no que a nossa língua tem de mais belo e mais profundo e, portanto, é enriquecer o nosso conhecimento e utilização da língua que é também um instrumento importante para fazer face aos problemas".
Palavras do poeta Vasco Graça Moura, na véspera do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades.
Quando dará Portugal nova motivação para outra epopeia tão grandiosa como a de Luís de Camões?



"As armas, e os barões assinalados
Que, da Ocidental praia Lusitana,
Por mares nunca dantes navegados,
Passaram ainda além da Taprobana,
Em perigos e guerras esforçados
Mais do que prometia a força humana,
E entre gente remota edificaram
Novo Reino, que tanto sublimaram;

E também as memórias gloriosas
Daqueles Reis que foram dilatando
A Fé, o Império, e as terras viciosas
De África e de Ásia andaram devastando;
E aqueles que por obras valerosas
Se vão da lei da Morte libertando:
Cantando espalharei por toda a parte,
Se a tanto me ajudar o engenho e arte.

Cessem do sábio Grego e do Troiano
As navegações grandes que fizeram;
Cale-se de Alexandro e de Trajano
A fama das vitórias que tiveram;
Que eu canto o peito ilustre Lusitano,
A quem Neptuno e Marte obedeceram.
Cesse tudo o que a Musa antiga canta,
Que outro valor mais alto se alevanta."




Os Lusíadas (Proposição)

quarta-feira, 1 de junho de 2011

CATA LIVROS



"A literatura para a infância e juventude tem nova morada: o site Cata Livros. Lançado há cerca de um mês numa iniciativa do projeto Gulbenkian/Casa da Leitura, usa o caráter lúdico e interativo da internet para dar a conhecer, a jovens leitores, um conjunto de obras infantojuvenis. O JL/Educação foi conhecer os cantos à casa, e falou com o coordenador do projeto, o escritor João Paulo Cotrim."

Mais informação aqui.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

PRÉMIO CAMÕES PARA MANUEL ANTÓNIO PINA




O prémio Camões, o maior prémio literário de língua portuguesa, foi atribuído a Manuel António Pina, escritor e jornalista com uma vasta obra publicada.


Na BE, o leitor pode encontrar alguns dos seus livros de poesia, teatro e conto (ver aqui).


O seu livro infantil sobre a liberdade, intitulado O tesouro, pode ser lido em papel e em suporte digital, aqui.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

PRÉMIO SPA



O prémio da Sociedade Portuguesa de Autores 2011, para a categoria Literatura Infantil, coube a Afonso Cruz com o seu livro A contradição humana.

O início:
"Percebi, certo dia, que o espelho do meu quarto é uma grande contradição: o meu lado esquerdo, quando reflectido, torna-se direito - e o direito, esquerdo - mas a parte de cima não se torna parte de baixo."

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

ENCONTROS LUSO-GALAICO-FRANCESES

Dedicados à literatura para jovens, vão decorrer dia 12 e 13 de Novembro, os 16º Encontros Luso-Galaico-Franceses. O programa pode ser consultado aqui.
A não perder.



quinta-feira, 7 de outubro de 2010

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 2010

O prémio Nobel da Literatura foi entregue, hoje, ao peruano Mário Vargas Llosa, nascido em Março de 1936. Apesar da sua vastíssima obra, na BE só existe o romance Lituma nos Andes, na colecção "Mil Folhas", Público.
"Saber ler e escrever, vestir casaco e gravata, ter estudado e vivido na cidade, já de nada serve. Só os bruxos são capazes de perceber o que se passa."
in contracapa


Outros títulos do autor (apenas alguns exemplos):
- A tia Júlia e o escrevedor
- Os cachorros / Os chefes
- Travessuras da menina má
- O paraíso na outra esquina
- Israel Palestina: paz ou Guerra Santa
- Diário do Iraque
Pode ser lida uma entrevista ao escritor no Jornal de Letras Artes e Ideias (JL).

terça-feira, 10 de agosto de 2010

BIBLIOTECA: O MELHOR SÍTIO PARA NOS PERDERMOS

"Li, numa das minhas tardes passadas no sótão, um conto de um escritor argentino chamado Borges, sobre um labirinto que é um deserto. Há inúmeros lugares onde um ser humano se pode perder, mas não há nenhum tão complexo como uma biblioteca. Mesmo um livro solitário é um local capaz de nos fazer errar, capaz de nos fazer perder. Era nisto que eu pensava enquanto me sentava no sótão entre tantos livros."

No sótão onde se encontra a biblioteca que o pai lhe deixou, antes de desaparecer num livro, Elias Bonfim devora um livro atrás do outro, na tentativa de encontrar o pai. Nas prateleiras estão estampados estes nomes:


  • Que livros escreveram estes escritores?
  • Quantos escritores portugueses se encontram no sótão de Elias Bonfim?

DESAFIO:
Lê o livro, tenta acertar as respostas e entrega-as na BE.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

LIVROS QUE GERAM LIVROS

É normal que um leitor compulsivo se torne escritor e, assim, os livros lidos passam a ser personagens de novos livros. É o que acontece, por exemplo, nestes três livros que se lêem num fôlego: Os livros que devoraram o meu pai, Firmin, A casa de papel.
O primeiro, de Afonso Cruz, tem como espinha dorsal o livo Crime e castigo, de Dostoievski. Elias Bonfim vai à procura do seu pai, perdido na leitura e desaparecido deste mundo, percorrendo clássicos da literatura cheios de assassinos, paixões devastadoras, feras e outros perigos feitos de letras.
Pode-se ler uma entrevista ao autor, aqui.
Firmin, o primeiro livro de Sam Savage, é uma fábula, tocante e divertida, sobre o poder da literatura e da influência dos grandes escritores. Firmin, um rato nascido numa ninhada de treze e preterido pelos irmãos, conta a sua história e o modo como se tornou um grande leitor. Começa assim: "Sempre imaginei que a história da minha vida, se e quando a escrevesse, teria uma primeira frase grandiosa: uma coisa lírica como "Lolita, luz da minha vida, fogo da minha virilidade", de Nabokov; ou, caso eu não tivesse queda para o lírico, então uma coisa epopeica como "Todas as famílias felizes são iguais, mas as famílias infelizes são-no cada uma à sua maneira", de Tolstoi. São palavras que as pessoas não esquecem, mesmo que não se lembrem do resto dos livros."
Os livros de Afonso Cruz e de Sam Savage têm o mesmo fio condutor: os ensinamentos de Chuang Tzu.
A Casa de papel, de Carlos María Domínguez, é "um romance excepcional sobre o amor desmesurado pelas bibliotecas e pela literatura ." Logo no segundo parágrafo lê-se: " Os livros mudam o destino das pessoas. Uns leram O Tigre da Malásia e converteram-se em professores de literatura em remotas universidades. Siddharta levou ao hinduísmo dezenas de milhares de jovens, Hemingway converteu-os em desportistas, Dumas transtornou a vida de milhares de mulheres e não poucas foram salvas do suicídio por manuais de cozinha.”

segunda-feira, 26 de julho de 2010

terça-feira, 29 de junho de 2010

ANTOINE DE SAINT-EXUPÉRY



Se fosse vivo, o escritor francês autor do maravilhoso livro O Principezinho, faria 110 anos. O Google lembrou a data através desta linda imagem!!!
No youtube, podemos encontrar vários filmes baseados nesta estória.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

MORTE DE JOSÉ SARAMAGO

"Desprendeu-se a vontade de Baltasar Sete-Sóis, mas não subiu para as estrelas, se à terra pertencia e a Blimunda". (in, Memorial do Convento)
Também José Saramago à terra pertencia e a todos nós, seus fiéis leitores, mas, partiu. Que descanse em paz pois bem o merece. Ficam todos os livros do “homem duplicado” que acusa a cegueira e alguma lucidez (pouca!) desta “terra do pecado” que parece rumar à “ilha desconhecida”. O ano da morte de José Saramago ficará gravado nas memórias mesmo daqueles que não gostariam de o ver “levantado do chão”.
O Jornal de Letras dedica um número especial a este grande escritor, prémio Nobel, que revolucionou a literatura portuguesa.

José Saramago fala do seu último livro Caim, à agência espanhola de notícias:


quinta-feira, 10 de junho de 2010

LUÍS DE CAMÕES

Porque, hoje, se comemora o Dia de Camões...

... recomenda-se um livro delicioso para os mais jovens começarem a ler e a amar o nosso grande poeta Luís de Camões, com organização de José António Gomes e ilustrações de Ana Biscaia.

terça-feira, 8 de junho de 2010

ANTÓNIO MANUEL COUTO VIANA


Mais uma perda para a Literatura Portuguesa: o escritor António Manuel Couto Viana morreu, esta tarde, aos 87 anos.
Couto Viana foi encenador, tradutor, poeta, dramaturgo e ensaísta português.

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