segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

UM CONTO DE NATAL POR DIA

Sabes, Maria, o Pai Natal não existe, é um conto em verso de Rita Taborda Duarte, com ilustrações de Luís Henriques.
Frederico não acredita no Pai Natal. Será que consegue convencer a irmã?



O início:
"O Frederico era um bom rapaz
mas às vezes fazia
o que todos sabemos
que nunca se faz.

Um dia, estava quase
a chegar o Natal,
Disse à irmã
Que era pequenina,
Só para arreliar,
Só para a deixar triste
-Sabes, Maria, o Pai Natal não existe."


domingo, 9 de dezembro de 2012

UM CONTO DE NATAL POR DIA

Um livro que é, também, um calendário do advento cheio de magia, uma história dentro de outra história e mistérios por esclarecer. O mistério de Natal, escrito com a mestria de Jostein Gaarder, tem capa e ilustrações de Teresa Cruz Pinho. 


O início:

"1 de Dezembro:
... Os ponteiros do relógio deviam estar tão cansados de girar para o mesmo lado, ano após ano, que, porventura, decidiram mudar de sentido... 

Anoitecia. Lá fora, as iluminações de Natal estavam acesas e uns espessos farrapos de neve pairavam por entre os lampiões. As ruas pululavam de gente.
Entre aquelas pessoas apressadas estavam Joakim e o pai que tinham vindo à cidade à última da hora para comprar um calendário do Advento, porque no dia seguinte era o primeiro de Dezembro. Os calendários esgotaram-se nos quiosques e na livraria do mercado. 
Joakim puxou a mão do pai com força e apontou para uma montra. Mesmo à frente de uma pilha de livros estava um calendário de cores vivas."

sábado, 8 de dezembro de 2012

UM CONTO DE NATAL POR DIA

Florinda e o Pai Natal é um singelo conto de Matilde Rosa Araújo, com singelas ilustrações de Maria Keil.
Uma menina atravessa o Jardim da Estrela e encontra-se com o Pai Natal que está a vender balões. Apesar dos conselhos da avó que sempre lhe recomenda para que não fale com estranhos, ela decide parar e falar com aquele homem. E a conversa foi bem interessante.

 
 
 
 
O início do conto:

"Dezembro. Mês de frio, muito frio. Dias de chuva e de gelo. Florinda vinha da escola, atravessava o Jardim da Estrela. Jardim tão bonito, mesmo no Inverno! O cachecol enrolado em volta do pescoço, tapando-lhe um poucochinho o nariz vermelho de frio. As botas de cabedal (castanho como o tronco das árvores) protegian os seus pés de menina."

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

JI DO BAIRRO NA TERRA DOS SONHOS


No dia 6 de Dezembro, as crianças do JI do Bairro foram visitar a Terra dos Sonhos, um mundo encantado de magia que deixa a pequenada deliciada.... 
A casa do Pai Natal, na Lapónia, no pólo Norte, a ilha dos Piratas tudo visitaram. 
A chuva acabou por nem atrapalhar muito....e as crianças nem queriam acreditar quando o Pai Natal chegou à Terra dos Sonhos e os cumprimentou pessoalmente..... 
Uma experiência inesquecível.....

Educadora Cristina

UM CONTO DE NATAL POR DIA

Este conto de Conceição de Sousa Gomes, ilustrado por Chico, leva-nos a viajar por ruas desconhecidas, numa cidade com um bonito centro histórico, onde existe uma fábrica de brinquedos de madeira. Mas os tempos estão difíceis e os brinquedos de madeira não se vendem como antigamente, até porque as lojas estão cheias de brinquedos de plástico, de borracha e de metal, mais atraentes.


O início do conto:
"Era um vez uma cidade com um bonito centro histórico, onde se reuniam vários edifícios para o bom funcionamento da mesma.
Neste espaço central da cidade localizavam-se o hospital, o tribunal, a cadeia, a universidade e a igreja, que se destacava pela sua grande torre. Essa torre chamava-se Torre dos Clérigos e era o monumento mais notório de toda a cidade, avistando-se de muito longe. Essa torre também marcava o início de um rua onde havia lojas que vendiam todo o tipo de artigos. Nessa Rua da Torre, os moradores e comerciantes conheciam-se desde sempre."

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

UM CONTO DE NATAL POR DIA

À menina nada parecia faltar. Mas o mundo não se resumia ao luxo do solar onde vivia e nem todos tinham o mesmo que ela. Neste livro, Um conto de Natal, de Fernando Nobre, com ilustrações de Sandra Serra, são lembrados os valores da solidariedade e da amizade, tão esquecidos nos tempos modernos.


Os primeiros parágrafos:
"Na região entre os rios Douro e Távora, no Norte de Portugal, viveu há muitos, muitos anos uma menina chamada Maria Micaela.
 Maria Micaela era a única filha do fidalgo da região. Arruivada, de olhos verdes, tinha 12 anos e um olhar melancódico que mostrava tristeza."

PAPINIANO CARLOS


Mais uma perda para a literatura portuguesa.
Morreu, ontem, com 94 anos, o escritor Papiniano Carlos, um dos últimos representantes do neo-realismo português. Nascido em Lourenço Marques, atual Maputo, Moçambique, a 9 de Novembro de 1918, o poeta e escritor de obras infantis viveu no Porto, desde os 10 anos, onde estudou.
Dos seus livros para crianças, destaquem-se A menina gotinha de águaO grande lagarto da pedra azul, Luisinho e as andorinhas e A viagem de Alexandra.

Mais info.


Consultar o catálogo informático para requisitar as suas obras.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

UM CONTO DE NATAL POR DIA

The story of Santa Claus, de Jenny Dooley, é uma pequena história em banda desenhada e língua inglesa, que inclui canções de Natal e jogos de palavras.


O início:
"This is Mr Claus, a carpenter. He lives in the cold North with his wife, Mrs Claus. They love children very much. but they don't have any."

A MELHOR CARTA 2013

Queres ganhar um IPAD? Só tens de escrever a melhor carta explicando por que motivo a água é um recurso precioso.
O prazo limite é 1 de março de 2013. Mostra a tua carta à professora de português ou à professora bibliotecária e concorre.
 

REGULAMENTO

Este concurso é promovido em Portugal pelos CTT Correios de Portugal e pela Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM). Destina-se a jovens entre os 9 e os 15 anos e é promovido a nível internacional pela União Postal Universal (UPU). A carta vencedora irá representar Portugal no concurso internacional, a par das cartas premiadas pelos demais países membros da UPU.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

UM CONTO DE NATAL POR DIA

Escreveu Charles Dickens, o autor de O cântico de Natal, em jeito de prefácio:
"Quis, neste pequeno conto fantástico, evocar o fantasma de uma ideia que não porá os meus leitores de mau humor nem consigo próprios, nem uns com os outros, nem com a quadra, nem comigo. Possa essa ideia assombrar-lhes agradavelmente as casas e que ninguém deseje excluí-la."

 
O primeiro parágrafo:
"Marley estava morto, e isto para começar pelo princípio. Não havia qualquer dúvida: o registo do seu enterro fora assinado pelo eclesiástico, pelo sacristão, pelo cangalheiro e pelo homem que dirigia o cortejo fúnebre. Scrooge também o tinha assassinado e o nome de Scrooge era uma boa assinatura na Bolsa fosse qual fosse o papel em que ele a pusesse. O velho Marley estava morto e bem morto!"
 
Com base neste conto, Robert Zemeckis realizou este filme:


segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

FEIRA DO LIVRO

De 10 a 14 de dezembro, vai decorrer uma pequena Feira do Livro na BE.
Traz os amigos, o pai, a mãe, os avós, os irmãos, os padrinhos e alguns euros. Haverá livros para todos os gostos e à medida de todas as carteiras.


A INTERNET ESTÁ A MUDAR-NOS

O jornal PÚBLICO tem vindo a publicar entrevistas a cinco especialistas onde fazem um balanço do impacto da Internet nas nossas vidas dado que tem vindo a mudá-las radicalmente quer na nossa forma de trabalhar quer na forma como passamos os tempos livres e comunicamos.


"Nicholas Carr, finalista do Pulitzer, tem sido um crítico dos efeitos da Internet no nosso cérebro. Diz que a velocidade e bombardeamento de informação constante estão a fazer-nos perder a capacidade de concentração e a tornar-nos menos reflexivos."

UM CONTO DE NATAL POR DIA

Toda a gente anda tão interessada naquela coisa cheia de agulhas e Frik, o pequeno cocker preto, não entende porquê. Neste conto de Margarida Fonseca Santos, ilustrado por Carla Nazareth, o Pedro explica-lhe que aquilo era um pinheiro e estava tão bonito porque era Natal, uma época muito especial.


O início do conto:
"Entrou cá em casa uma coisa estranhíssima. tem cheiro a árvore. Aliás, tem várias coisas de árvore mas nem tudo é igual. Para começar os ramos são grossos como os de uma árvore. Mas depois não tem folhas, tem uma espécie de picos verdes a sair dos ramos. O Pedro chama-lhes agulhas e eu acho que o nome está muito bem dado."

domingo, 2 de dezembro de 2012

UM CONTO DE NATAL POR DIA

"O Pai Natal guloso" é o primeiro conto do livro de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada. com ilustrações de Carlos Marques, intitulado Natal! Natal! cinco histórias e uma peça de teatro.



Os primeiros parágrafos:
"O Natal estava a chegar e o velho Pai Natal aflitíssimo! De mãos na cabeça, queixou-se às renas.
- Eu não aguento. Cada vez há mais gente à espera de presentes. É impossível fazer tanto trabalho numa noite só. Devíamos dividir o Natal. Uns festejavam no Inverno e outros no Verão!"

UMA TARDE NORMAL NA BIBLIOTECA

As tardes, entre as 13h e as 15h20, têm sido todas assim: lotação esgotada.






sábado, 1 de dezembro de 2012

UM CONTO DE NATAL POR DIA

Os animais também vivem o Natal? Claro que sim! Quem o diz são as escritoras Luísa Ducla Soares, M. Carolina Pereira Rosa e Cidália Fernandes que, no livro O Natal dos nossos animais, com ilustrações de Eunice Rosado, nos mostram o Natal do rato Malaquias, da gata Fofinha e do cão que "tinha uma menina".


Começa assim, a primeira história deste livro:

"Era o mais novo da família, o rato Malaquias, e também o mais esperto, o mais alegre e o mais curioso.Da cave ao sótão da Casa Grande onde vivia, nada lhe escapava."

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

UM CONTO DE NATAL POR DIA

Hoje, não trazemos um conto, trazemos cinco num único livro, O menino: 5 histórias de Natal, de António Mota, Francisco Duarte Mangas, João Manuel Ribeiro, Nuno Higino, Vergílio Alberto Vieira, com belíssimas ilustrações, em tons suaves, de José Emídio. Neles são abordados temas como a inocência infantil, a justiça e a igualdade e mostram que a alegria mora nas pequenas coisas da vida.
1ºconto: "Promessas"
2ºconto: "Nenhuma infância, mesmo a dele"
3ºconto: "O postal de Natal que não gosta do Natal"
4ºconto: "O boi chegará a tempo do presépio?
5ºconto: "Conto de Natal"


Destacamos o primeiro parágrafo do conto de Francisco Duarte Mangas:
"Ergue-se da manjedoura, entontecido pelo bafo a feno ruminado. Enfim, é a hora de andarilhar o seu caminho: nenhuma infância, mesmo a dele, terá tempo para ser eterna. Está frio, muito frio. Como  poderá o menino sair assim, desagasalhado, do estábulo? A notícia corre ligeira. Vieram emissários de toda a parte, uns de avião, outros de automóvel. Amáveis como o menino nunca vira ninguém, sorriso aberto, suaves gestos, palavras tépidas como o vinho. Todos quiseram ajudar. Tanta generosidade espanta, assusta o menino. E prometem-lhe roupa para  a vida toda, vivesse ele a vida toda; leite, iogurtes, bolachas, Ben-u-ron, fraldas rigorosamente impermeáveis."

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

UM CONTO DE NATAL POR DIA

Sonhos de Natal, de António Mota, com lindíssimas ilustrações de Júlio Vanzeler, é uma ternurenta história de Natal (com tradições já esquecidas por muitos) passada numa aldeia longínqua onde o Inverno chega mais cedo. Aqui, vive-se com expectativa a chegada do Natal e os preparativos para a festa. As crianças fazem os pedidos ao Menino Jesus num ambiente caseiro onde reina uma atmosfera harmoniosa. E, no fim, há uma surpresa!




Os dois primeiros parágrafos:

"Eu nasci e vivi alguns anos numa aldeia muito pequena escondida por uma enorme mancha de altos pinheiros e carvalhos gigantescos. Pedra de Hera era o nome dessa aldeia.
Todos os anos, com a chegada do Outono, da chuva e dos fortes ventos, as castanhas desprendiam-se dos redondos ouriços que enfeitavam os castanheiros centenários que havia espalhados por toda a Pedra de hera. Sem as castanhas, os ouriços abertos lá no cimo dos castanheiros faziam-me lembrar ninhos cobertos por picos. E as folhas amarelecidas pareciam cobertores pequeninos a secar ao sol."

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

UM CONTO DE NATAL POR DIA

Milagre de Natal é um conto de António Torrado, ilustrado por Inês Oliveira, que relata a noite de Natal de um cachorrinho de rua, perdido na balbúrdia das ruas da cidade. Mas, o Pai Natal faz confusão, o cachorrinho acaba no seu saco de presentes e, por engano, é deixado na casa de um menino. Este presente vai encher de alegria a família do menino e trazer magia ao Natal.


 Os primeiros parágrafos:

"Por casa, o Pai Natal anda de chinelos. No Verão, parece que calça sandálias ou anda descalço, com o mar pelos tornozelos e o olhar sempre nas ondas, à cata de nadadores atrevidos. Isto porque, no Verão, o Pai Natal é banheiro, numa praia que eu cá sei.
Mas já estou eu a desviar-me da nossa história.
Eu queria era começar pelas botas do excelentíssimo senhor Pai Natal. Quando se sentem engraxadas, muito bem escovadas, zape, zape, zape, puxadas ao brilho, elas já sabem. «Está o Natal à porta», dizem uma para a outra, rangendo de contentes."

terça-feira, 27 de novembro de 2012

UM CONTO DE NATAL POR DIA

O livro A história de Natal de Auggie Wren, de Paul Auster com ilustrações da premiada ilustradora argentina Isol, é uma história nada convencional mas comovente que envolve uma carteira perdida, uma mulher cega e uma ceia de Natal. 
O que é roubar? O que é dar? O que é uma mentira? O que é a verdade? 
Da contracapa: "Paul Auster compra os seus cigarros holandeses numa determinada tabacaria de Brooklyn, cujo proprietário, de alcunha literária Auggie Wren, tem um curioso hábito: fotografar a sua rua a diversas horas, em diferentes estações, ano após ano. No Natal de 1990, o The New York Times pediu a Paul Auster um conto natalício e será Auggie a inspirá-lo ao contar uma história plena de ternura. Mas a inspiração não tocou apenas a Paul Auster, já que o realizador de cinema Wayne Wang decidiu contactá-lo e propor uma colaboração que acabaria por dar origem ao filme Smoke.



O primeiro parágrafo do livro:

"Ouvi a história ao Auggie Wren. Já que o Auggie não faz lá muito boa figura nela, pelo menos tão boa figura como gostaria, pediu-me que não usasse o nome dele. Fora isso, tudo aquilo da carteira perdida e da cega e do jantar de Natal é exactamente como ele me contou."

O primeiro parágrafo da história contada por Auggie Wren:

"- Foi no Verão de setenta e dois – disse – Entrou-me um miúdo, uma manhã, e pôs-se a roubar coisas na loja. Devia ter aí uns dezanove, vinte anos, e acho que nunca tinha visto na minha vida um ladrão com tanta falta de jeito. (..) Assim que percebi o que é que ele estava a tramar, pus-me aos gritos. Ele largou a correr que nem uma lebre. Fui atrás dele aí até meio do quarteirão, e depois desisti. Ele tinha deixado cair qualquer coisa no caminho, e como já não me apetecia correr mais, baixei-me para ver o que seria."

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

UM CONTO DE NATAL POR DIA

Muito antes do Natal, a publicidade e as lojas decoradas invadem-nos os sentidos a lembrar que a quadra festiva vai chegar e apela ao consumo desmesurado. 
Neste livro de Luísa Ducla Soares, com ilustrações maravilhosas de Fátima Afonso, há duas estórias. A primeira, "O primeiro Natal em Portugal", mostra que nem todos o vivem da mesma maneira, nem na mesma data, mas todos os dias são bons para se ser solidário. A segunda, "Natal no hipermercado" mostra de forma divertida, mas que faz pensar, o quanto o consumismo nos tira os pequenos prazeres da vida que, bem vistas as coisas, são os grandes prazeres.


Primeiros parágrafos do conto "Natal no hipermercado":

"Muito gostava o Rodrigo de ir à caixa de correio. Quando o Natal se aproximava, estava sempre tão cheia que alguns papéis coloridos ficavam entalados na fresta estreita e comprida. O rapaz puxava-os, mesmo antes de dar a volta à chave, no entusiasmo de descobrir coisas maravilhosas, que apetecia mesmo comprar. Subia no elevador com meia dúzia de envelopes brancos, sem graça nenhuma, e uma resma de publicidade. A mãe abria as cartas e punha de lado, com um gesto aborrecido, todos os folhetos. 
 — Lixo! — irritava-se ela."

domingo, 25 de novembro de 2012

UM CONTO DE NATAL POR DIA

A um mês do Natal, iniciamos, hoje, a apresentação de um conto por dia, capa e alguns parágrafos, como motivação à leitura. 
O livro O Pai Natal vai à guerra, da grega Aryiro Kokoreli, dedicado a todas as crianças que nunca o vão ler, vale pelas ilustrações de Nicholas Andrikopoulos e pela mensagem: o Natal não chega a sítios onde há guerra. Aí, as crianças não pedem brinquedos. Aí, a única coisa que têm a dizer ao Pai Natal é: 
- Tenho frio.
- Tenho fome.


Os dois primeiros parágrafos:

"Um Pai Natal sorridente e feliz entra na oficina onde são feitos os brinquedos que leva às crianças no Natal. Tem na mão uma lista de presentes que as crianças pediram em cartas, mensagens de texto, faxes e e-mails que recebeu. Os seus ajudantes, os elfos, estão à sua espera na oficina.
- Meus queridos asistentes, estamos prontos para começar - diz o Pai Natal, enquanto encavalita os óculos no nariz antes de ler a lista. - Cem milhões de telemóveis. Sessenta milhões de estojos de maquilhagem para meninas. Noventa milhões de consolas de jogos. Milhares de CD de música pop - continua, acrescentando depois que tem de ir ver as suas renas. - E não se esqueçam de asinalar no mapa os lugares que tenho de visitar."

sábado, 24 de novembro de 2012

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

APRENDER COM A BIBLIOTECA ESCOLAR

Este documento "pretende contribuir, através de um conjunto de indicadores, atividades e estratégias de aprendizagem de carácter transversal, essenciais à afirmação de uma cultura de ensino e aprendizagem que vá ao encontro das necessidades dos alunos do século XXI."


Ler o pdf.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

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