Ontem, Dia do Agrupamento, a BE recebeu as turmas de 5ºano para assistirem a uma leitura encenada do conto O livro-pássaro, da autoria do Clube de Escritores (projeto da BE), um dos vencedores do concurso de conto promovido pela editora Civilização.
quinta-feira, 30 de maio de 2013
quarta-feira, 29 de maio de 2013
ESTAFETA CONTO COM(TIGO)
No próximo dia 31, a estafeta de contos Conto com(tigo) vai terminar na Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira, depois de ter feito a ronda pelas bibliotecas escolares e polos da BM.
O programa para esse serão, aberto ao público em geral:
A lua de Joana: leitura encenada por bailanosdeus - alunos do 7º e 9º anos da Escola E.B. 2/3 Paços de Brandão (21h00)
Contos sem lei contados por Rodolfo Castro, o pior contador de histórias do mundo: relatos onde existe qualquer coisa de errada, onde a vida se desenrola por caminhos alternos com personagens complexas e humanas.
público-alvo (22h15)
Mais informação sobre este contador de histórias aqui.
domingo, 26 de maio de 2013
SÁBADO CULTURAL POR TERRAS DE CAMILO
Com organização do Eco-Escolas, do grupo de História e Geografia de Portugal e do Centro de Formação das Terras de Santa Maria, um grupo de professores e alunos da Escola Básica de Arrifana teve oportunidade de passar um magnífico sábado em terras de Camilo Castelo Branco e Amadeo de Sousa-Cardoso.
De manhã, uma caminhada pelo "Trilho da Cangosta do Estevão": caminho público entre a natureza e o rio Pele, de Landim a S. Miguel de Seide. O grupo foi acompanhado por um elemento dos serviços educativos que fez reviver a obra de Camilo Castelo Branco. Exatamente nos espaços onde decorreram as estórias tão bem urdidas por Camilo, foi feita uma leitura de passagens dos seus livros, por elementos do grupo, como se as personagens saíssem deles para se encontrarem com os leitores.
Na sua casa, em S. Miguel de Seide, o grupo pôde viajar ao século XIX e sentir a vida deste grande escritor observando os objetos que lhe pertenceram: os quadros nas paredes, a louça onde comeu, a secretária onde escreveu, a caixa de charutos que fumava, as cadeiras e poltronas onde se sentou, a cama onde dormiu, os chapéus e bengalas que usou e... a cadeira de baloiço onde se suicidou.
O guia fala da exposição "As mulheres de Camilo"
Leituras de passagens das obras de Camilo Castelo Branco
Interior do museu Casa de Camilo
Exterior da casa: a acácia do Jorge plantada pelo filho louco
sábado, 25 de maio de 2013
LITERACIA DA INFORMAÇÃO
Os alunos do 4ºano, da Escola EB1, Igreja, Milheirós de Poiares, num momento de pesquisa para resolverem o guião de pesquisa sobre o mar.
Conclusão, no final do trabalho: pesquisar para adquirir conhecimento dá trabalho e exige rigor.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
ALUNOS DO 6ºANO NA RÁDIO INFORMÉDIA
Acompanhados pelas professoras de português e pela professora bibliotecária, alunos do 6ºano, foram à Rádio Informédia, S. João da Madeira, ao programa "Voz dos sentidos", para lerem os poemas que escreveram à moda de João Pedro Mésseder, compilados nos livrinhos Pequeno livro da música (6ºD) e Da cor das palavras, (6ºA, B, C).
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AS BIBLIOTECAS, POR VALTER HUGO MÃE
«As bibliotecas são como aeroportos. São lugares de viagem. Entramos numa
biblioteca como quem está a ponto de partir. E nada é pequeno quando tem uma
biblioteca. O mundo inteiro pode ser convocado à força dos seus livros.
Todas as coisas do mundo podem ser chamadas a comparecer à força das
palavras, para existirem diante de nós como matéria da imaginação. As
bibliotecas são do tamanho do infinito e sabem toda a maravilha.
Os livros são família direta dos aviões, dos tapetes-voadores ou dos
pássaros. Os livros são da família das nuvens e, como elas, sabem tornar-se
invisíveis enquanto pairam, como se entrassem para dentro do próprio ar, a ver
o que existe dentro do ar que não se vê.
O leitor entra com o livro para dentro do ar que não se vê.
Com um pequeno sopro, o leitor muda para o outro lado do mundo ou para outro
mundo, do avesso da realidade até ao avesso do tempo. Fora de tudo, fora da
biblioteca. As bibliotecas não se importam que os leitores se sintam fora das
bibliotecas.
Os livros são toupeiras, são minhocas, eles são troncos caídos, maduros de
uma longevidade inteira, os livros escutam e falam ininterruptamente. São
estações do ano, dos anos todos, desde o princípio do mundo e já do fim do
mundo. Os livros esticam e tapam furos na cabeça. Eles sabem chover e fazer
escuro, casam filhos e coram, choram, imaginam que mais tarde voltam ao início,
a serem como crianças. Os livros têm crianças ao dependuro e giram como
carrosséis para as ouvir rir. Os livros têm olhos para todos os lados e
bisbilhotam o cima e baixo, o esquerda e direita de cada coisa ou coisa
nenhuma. Nem pestanejam de tanta curiosidade. Querem ver e contar. Os livros é
que contam.
As bibliotecas só aparentemente são casas sossegadas. O sossego das
bibliotecas é a ingenuidade dos incautos. Porque elas são como festas ou
batalhas contínuas e soam trombetas a cada instante e há sempre quem discuta
com fervor o futuro, quem exija o futuro e seja destemido, merecedor da nossa
confiança e da nossa fé.
Adianta pouco manter os livros de capas fechadas. Eles têm memória absoluta.
Vão saber esperar até que alguém os abra. Até que alguém se encoraje, esfaime,
amadureça, reclame direito de seguir maior viagem. E vão oferecer tudo, uma e
outra vez, generosos e abundantes. Os livros oferecem o que são, o que sabem,
uma e outra vez, sem refilarem, sem se aborrecerem de encontrar infinitamente
pessoas novas. Os livros gostam de pessoas que nunca pegaram neles, porque têm
surpresas para elas e divertem-se a surpreender. Os livros divertem-se.
As pessoas que se tornam leitoras ficam logo mais espertas, até andam três
centímetros mais altas, que é efeito de um orgulho saudável de estarem a fazer
a coisa certa. Ler livros é uma coisa muito certa. As pessoas percebem isso
imediatamente. E os livros não têm vertigens. Eles gostam de pessoas baixas e
gostam de pessoas que ficam mais altas.
Depois da leitura de muitos livros pode ficar-se com uma inteligência admirável
e a cabeça acende como se tivesse uma lâmpada dentro. É muito engraçado. Às
vezes, os leitores são tão obstinados com a leitura que nem acendem a luz.
Ficam com o livro perto do nariz a correr as linhas muito lentamente para serem
capazes de ler. Os leitores mesmo inteligentes aprendem a ler tudo. Leem
claramente o humor dos outros, a ansiedade, conseguem ler as tempestades e o
silêncio, mesmo que seja um silêncio muito baixinho.
Os melhores leitores, um dia, até aprendem a escrever. Aprendem a escrever
livros. São como pessoas com palavras por fruto, como as árvores que dão maçãs
ou laranjas. Dão palavras que fazem sentido e contam coisas às outras pessoas.
Já vi gente a sair de dentro dos livros. Gente atarefada até com mudar o mundo.
Saem das palavras e vestem-se à pressa com roupas diversas e vão porta fora a
explicar descobertas importantes. Muita gente que vive dentro dos livros tem
assuntos importantes para tratar. Precisamos de estar sempre atentos. Às vezes,
compete-nos dar despacho. Sim, compete-nos pôr mãos ao trabalho. Mas sem medo.
O trabalho que temos pela escola dos livros é normalmente um modo de ficarmos
felizes.
Este texto é um abraço especial à biblioteca da escola Frei João, de Vila do
Conde, e à biblioteca do Centro Escolar de Barqueiros, concelho de Barcelos. As
pessoas que ali leem livros saberão porquê. Não deixa também de ser um abraço a
todas as demais bibliotecas e bibliotecários, na esperança de que nada nos
convença de que a ignorância ou o fim da fantasia e do sonho são o melhor para
nós e para os nossos. Ler é esperar por melhor.»
in Jornal de Letras
terça-feira, 21 de maio de 2013
PLANETA GOOGLE
Sabia que o Google é muito mais do que um motor de busca?
A revista PC Guia nº206, de março 2013, diz-lhe todas as potencialidades deste "planeta Google".
"O Google transformou-se numa rede de serviços e produtos que são gratuitos nas suas versões básicas centrada no serviço de correio electrónico GMail. Com efeito, o endereço e palavra-chave para este serviço serve para aceder a todos os outros serviços e também à partilha de conteúdos com outros utilizadores.
Esta rede inclui aspectos sociais como o Google+, que tenta fazer concorrência ao Facebook, e a plataforma de blogs Blogger, o antigo Blogspot; inclui funcionalidades de produtividade como as aplicações do Google Docs e o serviço de armazenagem em nuvem Google Drive, e ainda serviços noticiosos com o Google News. São também disponibilizados serviços de conversa em tempo real tanto em videoconferência como em texto com o Google Talk." (pág 35)
sábado, 18 de maio de 2013
DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS
Hoje é o Dia Internacional dos Museus. Quem não tiver nenhum a jeito de visitar, pode sempre fazer algumas visitas virtuais ou passar uns momentos dentro de um... num livro.
A nossa proposta recai no livro de Margarida Fonseca Santos, Um quadro falador, uma pequena peça de teatro infantil cuja didascália inicial diz o seguinte:
"A acção decorre num museu, numa pequena sala de passagem, com um único quadro representando um nobre do séc. XVII. Passam por esta sala vários alunos acompanhados pela professora, que não parece dar grande importância a este quadro, e dirigem-se para a sala a seguir. Ficam para trás duas crianças, um rapaz e uma rapariga de dez anos, que se demoram a ver aquele quadro."
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RUI CASTRO NO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ARRIFANA (PARTE II)
Da parte da manhã de ontem, o ilustrador Rui Castro esteve em Arrifana e Escapães (ver post anterior). De tarde, esteve em Milheirós de Poiares, Romariz e Pigeiros.
A sessão na EB1 de Igreja, Milheirós de Poiares, teve um encanto especial pela forma como os alunos e respetivas professoras trabalharam o livro Irmão Oceano, de José Jorge Letria, o último trabalho de Rui Castro. Às cores do ilustrador juntaram-se as cores e as palavras dos alunos que fizeram as próprias ilustrações adaptadas aos textos sobre o mar que tanto tem de belo como de frágil.
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RUI CASTRO NO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ARRIFANA (PARTE I)
O ilustrador Rui Castro esteve no Agrupamento com todos os alunos do 1ºciclo que, de olhos postos nele e caras de espanto, assistiram à apresentação das suas ilustrações e ao nascimento dos desenhos que foram oferecidos às escolas. Foram momentos de cor e de motivação para uma diferente maneira de contar estórias através das imagens.
O ilustrador soube captar a atenção das crianças que se entusiasmaram e o questionaram e lhe pediram autógrafos nos livros que adquiriram, Irmão oceano, de José Jorge Letria, da Areal Editores.
No final, ficou um desafio aos alunos: pintar os desenhos que ele fez à frente deles e/ou escrever uma estória a partir deles.
A professora bibliotecária deixou outro desafio: a turma que escrever o melhor conto ou poema , a partir dos desenhos, vai ganhar um prémio.
Na EB 2,3 de Arrifana, onde estiveram os alunos das EB1 Bairro, Outeiro e Carvalhosa
No salão paroquial, em Escapães, onde estiveram as EB1 Igreja, Stº António e Nadais
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quinta-feira, 16 de maio de 2013
O ilustrador Rui Castro estará, amanhã, no Agrupamento de Escolas de Arrifana, com todos os alunos do 1ºciclo, para apresentar o livro Irmão oceano, estória de José Jorge Letria, e ilustrar ao vivo para que as crianças adquiram algumas competências no âmbito da ilustração.
Sobre o livro:
"Muito diferentes seriam a nossa história e a nossa vida sem a relação que temos com o mar, com o Oceano de que fala este livro. O Oceano moldou o nosso destino, tornou-se fonte de alimento, de sonho e de imaginação. O Oceano tornou-se nosso irmão, com a sua vizinhança, a sua imensidão, a sua promessa de descoberta e aventura. Seríamos um povo e um país muito diferentes sem esta proximidade, sem este afeto que nos liga ao Oceano. Foi ele que ajudou a nascer os heróis, os mitos e as lendas, a magia e o mistério das viagens feitas ou ainda por fazer.
O Oceano, neste caso o Atlântico, volta a ser uma porta aberta para a esperança para o futuro de Portugal. É disso que fala este livro, feito a pensar nos mais novos, mas para leitores sem idade, que queiram tratar o Oceano como um irmão único e sempre presente."
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quarta-feira, 15 de maio de 2013
HISTÓRIAS EM 77PALAVRAS NA RÁDIO SIM
O projeto microcontos em 77palavras, cuja mentora é a escritora Margarida Fonseca Santos, chegou à Rádio Sim onde, diariamente, a escritora lê um conto enviado para o seu blogue por várias pessoas. No segundo programa, dia 14 de maio 2013, foi lido um microconto da professora bibliotecária e os microcontos lidos podem ser ouvidos aqui.
De salientar que para o blogue já foram enviados vários contos escritos por elementos da Escola Básica de Arrifana (alunas, professoras e alguns escritos na BE, num workshop de escrita criativa com pais e filhos.)
segunda-feira, 13 de maio de 2013
JORNAIS ESCOLARES
A DGE criou uma “Área de Jornais escolares”que pretende "apoiar as escolas na criação e dinamização de jornais, proporcionando-lhes o acesso concentrado a materiais até aqui dispersos mas, sobretudo, a possibilidade de revelar boas práticas e possibilitar a partilha e troca de informações entre os responsáveis dos vários projetos que vierem a registar-se.
É objetivo desta área dedicada aos Jornais escolares, não só apoiar, como fazer a divulgação de boas práticas de utilização de jornais em contexto educativo, dando conta do trabalho realizado pelos docentes, nas escolas, com os seus alunos.
Pretende-se ainda, dotar os docentes, os alunos e as escolas de conhecimento e ferramentas que os habilitem a fazer a edição digital dos seus jornais, dando origem a novos formatos ou, até, a novos projetos.
Para o efeito, os professores coordenadores dos projetos de Jornal Escolar poderão registar no formulário disponível nesta página o jornal que dinamizam no seu agrupamento / escola. Findo o processo de registo, o Jornal, após aprovação, será publicado numa ficha específica e ficará visível para os utilizadores."
sábado, 11 de maio de 2013
terça-feira, 7 de maio de 2013
NOVO LIVRO DE LUÍS SEPÚLVEDA
História de um gato e de um rato que se tornaram amigos é o novo livro de Luís Sepúlveda, uma ternurenta estória sobre o valor da amizade, com lindíssimas ilustrações de Paulo Galindro.
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sábado, 4 de maio de 2013
PEQUENO POEMA
Quando eu nasci,
ficou tudo como estava.
Nem homens cortaram veias,
nem o Sol escureceu,
nem houve Estrelas a mais...
Somente,
esquecida das dores,
a minha Mãe sorriu e agradeceu.
Quando eu nasci,
não houve nada de novo
senão eu.
As nuvens não se espantaram,
não enlouqueceu ninguém...
Pra que o dia fosse enorme,
bastava
toda a ternura que olhava
nos olhos de minha Mãe...
Sebastião da Gama
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terça-feira, 30 de abril de 2013
NOVIDADES NA BE
Este é um dos livros novos acabados de entrar na BE. Mas há mais (ver página NOVIDADES)
Um livro de aventuras emocionantes e terríficas lendas sobre a morte. Dez contos sobre intrigas, amores, feitiços, aventuras, perigos, humores e ambições protagonizados por criaturas mágicas. As imagens descritivas, cheias de efeitos surpreendentes,criam um clima de suspense e apelam à leitura.
segunda-feira, 29 de abril de 2013
A(MAR) LER
Filme enviado pela BE para o concurso Bibliofilmes Festival 2013 e vencedor na categoria "Ler na praia".
Fotos de professoras da escola e poemas de Manuel Alegre.
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