“A poesia é para comer” tal é a necessidade da literatura no quotidiano.
O Comissário do Plano Nacional de Leitura, Fernando Pinto do Amaral, em entrevista ao Jornal de Letras Artes e Ideias (de 5 de Maio passado) declarou que para despertar a vontade de ler e de criar hábitos de leitura é preciso inovar cada vez mais. Para isso, está instituído o programa “Ler mais para vencer”, que consiste na oferta de um livro a todas as crianças que começam o ano lectivo no 1º e no 5ºanos, e de um programa de leitura vocacionado para os alunos das novas oportunidades. Fernando Pinto do Amaral anuncia ainda uma iniciativa a implementar no próximo ano lectivo: clubes de leitura para alunos do Ensino Secundário, cujos dinamizadores possam ser, além dos professores, outros agentes tais como “jornalistas locais, escritores e outras pessoas capazes de fazer a ponte entre a escola e o meio cultural circundante, sempre numa base de voluntariado”.
Neste processo, considera relevante o papel das bibliotecas escolares que são “encaradas como o centro nevrálgico da leitura e devem assumir um lugar chave na escola”, o que facilita o desenvolvimento das competências linguísticas em geral.
Tudo para que os livros sejam instrumentos “quotidianos, imprescindíveis, mas nunca banais”, tais como “colheres, atacadores de ténis ou caixas para os lápis”.
O Comissário do Plano Nacional de Leitura, Fernando Pinto do Amaral, em entrevista ao Jornal de Letras Artes e Ideias (de 5 de Maio passado) declarou que para despertar a vontade de ler e de criar hábitos de leitura é preciso inovar cada vez mais. Para isso, está instituído o programa “Ler mais para vencer”, que consiste na oferta de um livro a todas as crianças que começam o ano lectivo no 1º e no 5ºanos, e de um programa de leitura vocacionado para os alunos das novas oportunidades. Fernando Pinto do Amaral anuncia ainda uma iniciativa a implementar no próximo ano lectivo: clubes de leitura para alunos do Ensino Secundário, cujos dinamizadores possam ser, além dos professores, outros agentes tais como “jornalistas locais, escritores e outras pessoas capazes de fazer a ponte entre a escola e o meio cultural circundante, sempre numa base de voluntariado”.
Neste processo, considera relevante o papel das bibliotecas escolares que são “encaradas como o centro nevrálgico da leitura e devem assumir um lugar chave na escola”, o que facilita o desenvolvimento das competências linguísticas em geral.
Tudo para que os livros sejam instrumentos “quotidianos, imprescindíveis, mas nunca banais”, tais como “colheres, atacadores de ténis ou caixas para os lápis”.











"Desprendeu-se a vontade de Baltasar Sete-Sóis, mas não subiu para as estrelas, se à terra pertencia e a Blimunda". (in, Memorial do Convento)














