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quinta-feira, 6 de junho de 2013

TEATRO NA BE

Pela segunda vez (a primeira foi há um ano), foi representada a peça de teatro Entre o medo e a dor... o silêncio, da autoria da professora bibliotecária, a pedido da coordenadora do projeto Saúde, preocupada com o tema da violência escolar, e encenada pela coordenadora do Clube de Teatro. Trata-se de uma peça construída por vários quadros e, cada um, representa uma situação de violência: abandono de um filho, violência doméstica, bullying na escola e cyberbullying...
Os alunos que a representaram, hoje, para as turmas de 6º e 9ºanos, são do 6ºD. São alunos divertidos, que gostam de uma boa brincadeira, mas, durante a atuação, foram capazes de assumir algumas situações trágicas e encarnar o papel das personagens, violentas umas e vítimas de violência gratuita, outras.
A mensagem: há alternativas ao caminho da violência. Este não é, seguramente, o caminho a seguir.











segunda-feira, 15 de abril de 2013

SESSÃO DRAMATIZADA SOBRE BULLYING

Via Fundação PT, e por iniciativa do grupo de Informática, hoje estiveram na escola dois conhecidos atores portugueses. Pedro Górgia e Alexandre Silva vieram mostrar aos alunos que o bullying e o cyberbullying são práticas criminosas, desumanas e extremamente perigosas.


Com o lema "Não faças aos outros o que não queres que te façam a ti", os atores  interagiram com o público e divertiram-no bastante mas, ao mesmo tempo, fizeram refletir sobre o que cada um faz que possa prejudicar os outros.

Foi uma sessão bastante útil e pedagógica.

Neste vídeo, os atores falam deste projeto que levam às escolas:



No ano letivo anterior, o grupo de teatro da escola representou uma peça de teatro, em sombras, sobre este tema, intitulada "Entre a dor e o medo... o silêncio" e, este ano, vai ser repetida, com outros pequenos atores. Ver aqui.

terça-feira, 3 de julho de 2012

quarta-feira, 13 de junho de 2012

ENTRE O MEDO E A DOR... O SILÊNCIO

Teatro de sombras sobre o tema da violência nas suas várias vertentes. Em vários quadros, mostrou-se a violência doméstica, a violência escolar, o abadono das crianças e o cyberbullying. Em alternativa a estes quadros de violência, foram apresentadas situações de paz e feito um apelo à reflexão, à amizade e à partilha.
A peça de teatro foi proposta pela coordenadora do projeto Saúde, professora Adélia Ribeiro, escrita pela professora bibliotecária, a partir da consulta/adaptação de vários livros sobre o tema, e encenada pela professora Sílvia Correia, coordenadora do projeto Teatro.






quinta-feira, 31 de maio de 2012

ENTRE O MEDO E A DOR... O SILÊNCIO

Entre o medo e a dor... o silêncio é uma peça de teatro da autoria da professora bibliotecária que vai ser levada a cena pelo Clube de Teatro, orientado pela professora Silvia Correia, por solicitação do Clube Saúde,  da responsabilidade da professora Adélia Ribeiro, com o objetivo de se mostrar aos alunos que a violência não é o caminho
A peça será representada em sombras e está dividida em  quadros ilustrativos dos vários tipos de violência.
A não perder, dia 8 de junho de 2012, no Dia do Agrupamento.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

ENTRE MARIDO E MULHER, METE A COLHER











Comemorou-se, hoje, o Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra a Mulher.
Em pleno século XXI, é inadmissível que as mulheres continuem a ser discriminadas, mutiladas, casadas à força, vítimas de maus tratos domésticos.Para chamar a atenção dos jovens a quem compete mudar as mentalidades e inverter esta situação, a Câmara Municipal de Santa Maria da Feira desafiou as escolas do concelho a desenvolverem uma actividade intitulada “Entre marido e mulher, mete a colher”. A ideia é a de, precisamente, contrariar o provérbio popular que diz “Entre marido e mulher, ninguém meta a colher”.
Com organização do Conselho Executivo e participação das professoras Anabela Ferreira, Ana Paula Oliveira, Cristina Carvalho, Manuela Duarte e Patrícia Duarte, foi realizado um pequeno espectáculo com leitura de um texto ilustrativo dos maus tratos infligidos às mulheres a nível mundial, de um poema, de um extracto do livro "A vida pela metade", de Anabela Mimoso e um grupo de alunas, de olhos esmurrados, apresentou uma coreografia, misto de dança e ginástica acrobática. No final, num gesto simbólico, afixaram-se colheres de pau decoradas pelos alunos.
Aqui fica o poema, uma pequena homenagem a todas as mulheres violentadas:

Humilhadas
Caladas
São mulheres, violentadas

Escondem mágoas
Escondem lágrimas
Esquecem risos e afagos

Olhos negros
Negra a alma
É muita a dor
É pouco o amor

“É urgente destruir certas palavras”
Crueldade, violência, solidão
Muitos lamentos
E toda a prisão

É urgente reinventar certas palavras
Verbos reflexos do amor
Antónimos de dor:
Dar-se
Apaziguar-se
Amar-se

Canto para ti, mulher coragem
Canto para ti e quero
Entre marido e mulher
Meter a colher

Ana Paula Oliveira

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