A revista Visão começou a publicar Os Lusíadas para toda a família. A coleção será composta por 10 livros que incluem contos de José Luís Peixoto inspirados em cada canto do poema épico de Luís de Camões.
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domingo, 14 de abril de 2013
OS LUSÍADAS, NA VISÃO
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domingo, 10 de junho de 2012
DIA DE PORTUGAL, DE CAMÕES E DAS COMUNIDADES PORTUGUESAS
Para comemorar este dia, nunca é de mais ler, reler e lembrar o grande poeta que foi Luís de Camões e a projeção que deu a Portugal com "novo engenho ardente", "com som alto e sublimado" e com "um estilo grandíloquo e corrente".
Alguns dos livros que espelham a sua vida e obra podem ser lidos e/ou requisitados na BE (ver catálogo informático). Destacamos, no entanto, este de Maria Alberta Menéres, Camões, o super-herói da língua portuguesa.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
AUDIOLIVROS
Os Lusíadas em audiolivro.
No site LibriVox, encontra uma plataforma de audiolivros de domínio público e pode fazer o download de todos os áudios.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
DIA DE PORTUGAL E DE CAMÕES
"Ler Camões é mergulhar no que a nossa língua tem de mais belo e mais profundo e, portanto, é enriquecer o nosso conhecimento e utilização da língua que é também um instrumento importante para fazer face aos problemas".
Palavras do poeta Vasco Graça Moura, na véspera do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades.
Quando dará Portugal nova motivação para outra epopeia tão grandiosa como a de Luís de Camões?
Palavras do poeta Vasco Graça Moura, na véspera do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades.
Quando dará Portugal nova motivação para outra epopeia tão grandiosa como a de Luís de Camões?
"As armas, e os barões assinalados
Que, da Ocidental praia Lusitana,
Por mares nunca dantes navegados,
Passaram ainda além da Taprobana,
Em perigos e guerras esforçados
Mais do que prometia a força humana,
E entre gente remota edificaram
Novo Reino, que tanto sublimaram;
E também as memórias gloriosas
Daqueles Reis que foram dilatando
A Fé, o Império, e as terras viciosas
De África e de Ásia andaram devastando;
E aqueles que por obras valerosas
Se vão da lei da Morte libertando:
Cantando espalharei por toda a parte,
Se a tanto me ajudar o engenho e arte.
Cessem do sábio Grego e do Troiano
As navegações grandes que fizeram;
Cale-se de Alexandro e de Trajano
A fama das vitórias que tiveram;
Que eu canto o peito ilustre Lusitano,
A quem Neptuno e Marte obedeceram.
Cesse tudo o que a Musa antiga canta,
Que outro valor mais alto se alevanta."
Os Lusíadas (Proposição)
quinta-feira, 10 de junho de 2010
LUÍS DE CAMÕES
Porque, hoje, se comemora o Dia de Camões...
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segunda-feira, 24 de maio de 2010
NOVIDADES NA BE
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O livro de Maria Alberta Menéres apresenta-nos Luís de Camões: a sua vida, da qual pouco se sabe com certezas, e a grandeza da sua poesia.
O livro de João Pedro Mésseder é uma colectânea de poemas sobre o tema da árvore. São várias as espécies poeticamente retratadas: oliveira, ciprestre, salgueiro, nespereira, ácer, framboyan, palmeira, sobreiro, plátano convivem neste livro onde são louvadas e onde "transmitem um nunca acabar de sensações."
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quarta-feira, 9 de setembro de 2009
OS LUSÍADAS
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Este livro vai fazer parte das Olimpíadas da Leitura 09/10 que vão iniciar no próximo dia 1 de Outubro, uma actividade de parceria da BE e dos grupos disciplinares de Língua Portuguesa (2º e 3º ciclos).
Um livro à espera de leitores, na estante expositora das novidades!
quarta-feira, 10 de junho de 2009
10 DE JUNHO - DIA DE CAMÕES
Com a "Carta de amor a Luís de Camões", incluída neste livro que contém três histórias de amor, Sofia Ester ganhou um prémio (4º Concurso Nacional de Jornalismo Juvenil). O livro foi levado para uma aula de Língua Portuguesa, do 9ºA, e a carta foi lida aos alunos que iam começar a estudar Camões e Os Lusíadas.
Desafiados a, também eles, escreverem uma carta a Luís de Camões, como forma de mostrarem os seus conhecimentos após a pesquisa, assim o fizeram e boas cartas foram escritas.
Em homenagem ao nosso grande poeta, aqui fica a carta que a Sandra Santos escreveu, em nome de Luís de Camões, como resposta à Leonor Santos, a personagem de Sofia Ester.
Desafiados a, também eles, escreverem uma carta a Luís de Camões, como forma de mostrarem os seus conhecimentos após a pesquisa, assim o fizeram e boas cartas foram escritas.
Em homenagem ao nosso grande poeta, aqui fica a carta que a Sandra Santos escreveu, em nome de Luís de Camões, como resposta à Leonor Santos, a personagem de Sofia Ester.
Paraíso, 23 de Janeiro de 2009
Querida Leonor:
Sei que escreveste esta carta em vão, não esperando resposta, mas os Mensageiros do Paraíso encontraram-na a vaguear pelo mar e entregaram-ma. Como é gratificante saber, depois de tantos anos, que há alguém a pensar em mim e a reconhecer o meu trabalho. O medo de perder a minha valiosa Epopeia, naquele mar ingrato, e que ninguém a pudesse ler, foi horrível. Pois, afinal, foi através dela que tive sucesso e vejo, como dizes na tua carta, que nos teus dias todos conhecem a minha obra ou pelo menos já ouviram falar nela. Poder dar a conhecer o meu trabalho, a História de Portugal, é simplesmente honroso.
És uma menina muito inteligente e culta que demonstra conhecimento de todas as minhas viagens, de toda a minha vida. Na tua carta, falas na minha viagem à Índia, à Europa e à minha passagem por Lisboa, Cascais e até Coimbra. Sim, foi em Coimbra que eu estudei e aprendi muitas coisas e tive a oportunidade de aprofundar a minha cultura. Todas as viagens que fiz enriqueceram-me tanto! Contudo, foi claramente graças aos meus estudos, em Coimbra, que tive a oportunidade de ler maravilhosos livros escritos por maravilhosos escritores, nomeadamente Virgílio, Homero, Horácio e muitos mais, que contribuíram imenso para que eu pudesse escrever Os Lusíadas. Desde pequeno que me habituei a ver estátuas de heróis por vários lados e, pelo que dizes na tua carta, eu próprio me tornei um herói e fizeram uma estátua a honrar-me. Que maravilha!
Tive também a oportunidade de conhecer um grande homem, o Mestre Gil Vicente. Ainda me lembro de assistir a algumas das suas peças de teatro que me marcaram tais como Auto da Índia e Auto da Fama. Duas peças únicas que me encantaram.
Bem, a minha vida não conteve apenas episódios felizes, como sabes. Fui para a guerra e lá perdi o meu olho. E, desgraça atrás de desgraça, cometi uma loucura e fui preso. Tive a sorte de o senhor a quem atingi com a minha espada me desculpar e, saído da cadeia, parti para a Índia.
Conheci o Adamastor, em quem me revejo, uma criatura fantástica que trouxe muitos pesadelos a imensos marinheiros. Ao passar por África, comecei a estruturar a minha epopeia e, chegado à Índia, comecei a escrever a dedicatória ao rei D. Sebastião. Concluí a minha obra e fui para Lisboa com um único propósito: publicar os Lusíadas. Em 1572, o sonho concretizou-se. Os Lusíadas foram publicados.
E isto foi a minha vida, querida Leonor. Agradeço o amor que tens por mim, por tudo o que fui e sou. Ficarei à tua espera, aqui no Paraíso.
Com eterna amizade,
Sei que escreveste esta carta em vão, não esperando resposta, mas os Mensageiros do Paraíso encontraram-na a vaguear pelo mar e entregaram-ma. Como é gratificante saber, depois de tantos anos, que há alguém a pensar em mim e a reconhecer o meu trabalho. O medo de perder a minha valiosa Epopeia, naquele mar ingrato, e que ninguém a pudesse ler, foi horrível. Pois, afinal, foi através dela que tive sucesso e vejo, como dizes na tua carta, que nos teus dias todos conhecem a minha obra ou pelo menos já ouviram falar nela. Poder dar a conhecer o meu trabalho, a História de Portugal, é simplesmente honroso.
És uma menina muito inteligente e culta que demonstra conhecimento de todas as minhas viagens, de toda a minha vida. Na tua carta, falas na minha viagem à Índia, à Europa e à minha passagem por Lisboa, Cascais e até Coimbra. Sim, foi em Coimbra que eu estudei e aprendi muitas coisas e tive a oportunidade de aprofundar a minha cultura. Todas as viagens que fiz enriqueceram-me tanto! Contudo, foi claramente graças aos meus estudos, em Coimbra, que tive a oportunidade de ler maravilhosos livros escritos por maravilhosos escritores, nomeadamente Virgílio, Homero, Horácio e muitos mais, que contribuíram imenso para que eu pudesse escrever Os Lusíadas. Desde pequeno que me habituei a ver estátuas de heróis por vários lados e, pelo que dizes na tua carta, eu próprio me tornei um herói e fizeram uma estátua a honrar-me. Que maravilha!
Tive também a oportunidade de conhecer um grande homem, o Mestre Gil Vicente. Ainda me lembro de assistir a algumas das suas peças de teatro que me marcaram tais como Auto da Índia e Auto da Fama. Duas peças únicas que me encantaram.
Bem, a minha vida não conteve apenas episódios felizes, como sabes. Fui para a guerra e lá perdi o meu olho. E, desgraça atrás de desgraça, cometi uma loucura e fui preso. Tive a sorte de o senhor a quem atingi com a minha espada me desculpar e, saído da cadeia, parti para a Índia.
Conheci o Adamastor, em quem me revejo, uma criatura fantástica que trouxe muitos pesadelos a imensos marinheiros. Ao passar por África, comecei a estruturar a minha epopeia e, chegado à Índia, comecei a escrever a dedicatória ao rei D. Sebastião. Concluí a minha obra e fui para Lisboa com um único propósito: publicar os Lusíadas. Em 1572, o sonho concretizou-se. Os Lusíadas foram publicados.
E isto foi a minha vida, querida Leonor. Agradeço o amor que tens por mim, por tudo o que fui e sou. Ficarei à tua espera, aqui no Paraíso.
Com eterna amizade,
Luís de Camões
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
SOBRE LUÍS DE CAMÕES E OS LUSÍADAS
Os alunos de 9º ano estão, nesta altura do ano, a estudar a grandiosa obra de Luís de Camões, Os Lusíadas. Para adquirirem bons conhecimentos, só com bons livros. E eles estão na BE, numa estante à espera de leitores.
Consulta-os e vive a grande aventura dos Descobrimentos!
Consulta-os e vive a grande aventura dos Descobrimentos!
"Chamo-me… Luís de Camões. À minha Pátria também eu erguera «um monumento mais duradouro que o bronze». À língua portuguesa eu a havia guindado ao cume imortal da expressão escrita - a epopeia."
in, Luís de Camões, Zacarias Nascimento
in, Luís de Camões, Zacarias Nascimento
Além dos livros, a BE possui dois CDRom onde se pode encontar mais informação:
- Os Lusíadas bit a bit, Porto Editora
- Vida e obra de Luís de Camões, Porto Editora
terça-feira, 10 de junho de 2008
DIA DA CAMÕES
Mais um ano a comemorar o maior poeta da língua portuguesa, um imortal que constantemente é citado. Um dos grandes portugueses e um dos grandes poetas da Humanidade, deixou uma magnífica obra poética cheia de sabedoria e sensibilidade. Morreu há 428 anos mas não perdeu a actualidade, como demonstra este seu poema.Ao desconcerto do Mundo
Os bons vi sempre passar
No Mundo graves tormentos;
E pera mais me espantar,
Os maus vi sempre nadar
Em mar de contentamentos.
Cuidando alcançar assim
O bem tão mal ordenado,
Fui mau, mas fui castigado.
Assim que, só pera mim,
Anda o Mundo concertado.
- Para saber mais sobre o poeta, aconselho um livro já aqui publicitado, em 22 de Dezembro de 2007, Barbi Ruivo, o meu primeiro Camões, de Manuel Alegre.
- Para melhor compreender a sua magistral epopeia, Os Lusíadas, recomenda-se a leitura das suas adaptações em prosa por João de Barros e/ou Amélia Pinto Pais.
Bom feriado e melhores leituras!
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